domingo, 26 de fevereiro de 2012

Toninho - Poesia de Alfredo Gabriel - Ano de 2012

Da cor, o ardor tira-lo
para regalo do observador,
Ao condutor da pincelada
Cabe a consequencia.
 
O artista sem essencia comprovada
Nao chegara a nada decisivo.
Para que o pigmento esteja vivo
Na tradução da beleza enfocada.
 
Pintar sem alma
Não traduz em nada,
E consequentemente
Nada apraz
Não parecendo em nada contigo
Pois que talento
Tu possue demais.

2 comentários:

  1. Receber uma homenagem é sempre muito bom!
    Melhor quando vem de alguém que nos ama e admira de verdade! Melhor ainda quando a recíproca é verdadeira. Valeu Mestre Alfredo, Valeu tio!

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  2. Gaudencio Guimaraes13 de abril de 2012 10:29

    O verdadeiro Alfredo Gabriel, que conheço, jamais escreveria sobre alguém, mesmo que fosse parente, o que ele realmente não sentisse. Parabéns Tuninho!

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