domingo, 22 de abril de 2012

Flauta de PAN “in concert”

Poesia de Alfredo Gabriel - Ano de 2012


ROSA – 10/10/11

Vida assim faz sentido, vejamos:
 Gostamos de música clássica, samba,
Bolero, marchinha, pagode, tudo
Em qualquer tom.
Sendo bom, todo tipo que seja é de nosso agrado!
Comida, (noventa por cento) topamos iguais.
Diferença faz, pois ninguém é de ferro!
No “berro”, nem ela nem eu, fica intimidado,
Tratando-nos sempre sendo acarinhados
A devolução se fará perfeita.
Torna-se insuspeita nossa harmonia
Pois no dia a dia mostramo-nos claros.
Avaros não somos, de modo nenhum!
Mas se algum malandro pensa-nos otários
Vários argumentos temos pro panaca...
Na ponta da faca na língua afiada!
Cremos, com certeza, no espiritismo,
Sem menosprezo a qualquer outra crença.
Imensa vontade temos de aprender
Com quem nos passar coisa equilibrada.
A vida, sabemos: é guerra, porrada,
Inveja, maldade, ciúme, mentira...
Tiramos da mira tudo de ruim,
Pra ela e para mim a paz é
Que importa, mesmo, de verdade.
Pensamos somente na FELICIDADE!

domingo, 15 de abril de 2012

Poesia de Alfredo Gabriel - Ano de 2012

12/04/2012

O de repente da onda que espraia
Mostrando a saia de bolhas rendada,
Se num piscado olhar não registramos
Menos somamos o ego ao amor.

Do beija-flor a rapidez beijante
Se não notada na mesma frequência
O belo instante perde-se no ato.

O fato em não ter tempo que sobre
Para que o nobre seja percebido
Fará sentido quando a mesquinhez
Tomar-se condutora de seu passo.

Daí... não haverá espaço ao que sutil,
Pronunciar-se no ágil momento
Pela falência do teu sentimento.

domingo, 1 de abril de 2012

Escultura de Alfredo Gabriel - Ano de 2012





Papelão moldado nº2

Sou de Sol! - Poesia de Alfredo Gabriel - Ano de 2012

Sou de Sol! - 21/03/12

Dar a volta dei, porque sou de sol!
Claro por demais sem o passo atrás
Dos iguais a fim da não reação.
Dar a volta em vão é pisar sem chão
Desiquilibrar, é ficar no vão
Sem se decidir, é dissimular...
Não fazer valer.
Roer pra ruir o que mal sonhado
Faz-se demorado pra desmoronar
Dar a volta sim, sempre sou capaz
Porque sou de sol,
Claro por demais.