domingo, 25 de março de 2012

Minha Doce Rosa - Poesia de Alfredo Gabriel - Ano de 2012

Minha Doce Rosa - 19/03/2012

O não comover,
Há muito o experimentara
Justo em razão do que observara
Em qualquer circunstancia.
Essa distancia incomensurável
Da não comoção, toda em meu coração
Era determinante.
Mas no instante em que vislumbrei-a
Desfez se em mim a teia do negativismo
Tirando-me do abismo da descrença
Tornando assim a vida proveitosa
Pela razão incontestavelmente
Da vez primeira ao vislumbrar-te
Mais que adorada, minha doce Rosa.

2 comentários:

  1. Poesia doce e perfumada, palavras de amor, cultivo de flor!

    ResponderExcluir
  2. Gaudencio Guimaraes13 de abril de 2012 09:52

    O reconhecimento é um dos grandes valores da pessoa humana e é o que se verifica no poema de Alfredo Gabriel "Minha doce Rosa". Rosa que ressucita, Rosa que deslumbra. Sem dúvida éis as rosas das rosas!
    Parabens!

    ResponderExcluir